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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Mulher destrói carro do ex após troca de status no Facebook

Um ataque de ciúmes fez com que Claire Holley, de 31 anos, tivesse que enfrentar a corte britânica no último dia 11. Em janeiro deste ano, a britânica se irritou ao ver que o ex-namorado, Davy Jones, havia mudado o seu status de relacionamento do Facebook para "solteiro". Ela, então, pegou o Ford Focus do rapaz e saiu desenfreada com ele, batendo na loja Hollywood Bool, em Horwich, próximo de Bolton, no Reino Unido, e destruindo tanto o veículo como o estabelecimento, onde o rapaz trabalhava.

Mulher entrou com o carro na loja onde o namorado trabalhava (Foto: Reprodução/Daily Mail)

O incidente causou prejuízo de £14 mil, cerca de R$ 42 mil, de acordo com estimativa feita pelos policiais que foram chamados ao local. Clientes e empregados do Hollywood Bool ficaram assustados e entraram em contato com as autoridades poucos minutos depois do ocorrido.
O carro bateu exatamente no local onde o ex-namorado trabalhava: um balcão de serviço de atendimento ao cliente. Algumas horas antes do crime, ele havia terminado o relacionamento com Holley, que ficou furiosa.
A mulher admitiu a culpa e revelou ter ingerido meia garrafa de vinho e algumas doses de vodka antes de dirigir. O promotor responsável pelo caso, Geoff Whelan, explicou que ela deixou o ex-namorado no trabalho um pouco antes do incidente e implorou para que ele não terminasse o namoro. No entanto, quando chegou em casa, leu a atualização do status do rapaz e perdeu o controle. “Ela escreveu no Facebook que estava com o coração partido”, resumiu Whelan.
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O ato, no entanto, não passou em branco. Ela foi condenada a nove meses de prisão, mas a sentença ficará suspensa por dois anos. Holley ainda perdeu o direito de dirigir por um ano e meio, já que estava alcoolizada no momento da colisão e precisará obedecer, durante quatro meses, a um toque de recolher de 20h até 7h.

Via Daily Mail

terça-feira, 15 de maio de 2012

Marca de roupa lança ‘likes’ por striptease no Facebook

A marca de roupas holandesa Stüssy iniciou uma campanha ousada no último dia 11 para promover a nova coleção de roupas em seu perfil do Facebook. Na página, uma modelo se propõe a fazer um striptease em troca de "likes". Conforme o número de "curtidas" cresce, as peças vão sendo retiradas, uma a uma.

Grife convoca usuários do Facebook para despir modelo através de "likes" (Foto: Reprodução)

A ideia da campanha foi do diretor de criação da agência de publicidade Arnold, Colin Lamberton, que convocou, de forma bem-humorada, os usuários para a tarefa. “Como vocês podem imaginar, a modelo deve ficar sufocada com tantas camadas de roupas. É quase um dever público libertá-la desse sofrimento, por isso queremos a ajuda dos fãs do Facebook", destacou.
A missão não parece ser nada fácil. No começo da campanha, a modelo estava com uma grande quantidade de roupas de inverno e acessórios como boinas, chapéus, jaquetas e calças. Todos esses itens compõem o desafio proposto pela grife. Hoje, no entanto, a imagem da modelo já aparece com uma menor quantidade de roupas.
Como parte do processo, os usuários do Facebook podem convidar os seus amigos para visitarem a página e aderirem à campanha. Um detalhe importante: não há nenhum botão para comprar as peças vestidas pelas modelos. A única coisa que o site sugere é que seus visitantes curtam a página para que a modelo possa se despir.
Porém, a brincadeira pode sair cara para a Stüssy. “Você não deve usar os recursos do Facebook ou suas funcionalidades, como o botão like, como um mecanismo de votação para uma promoção”, diz a política do Facebook.

Via Adrants

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Marido mata rapaz por flertar com sua mulher no Facebook

Chou You-huang, de 34 anos, foi preso após espancar até a morte Chuang Shih-chang, de 40 anos. Chou teria lido uma mensagem trocada entre sua esposa e Chuang no Facebook e, com ajuda de mais dois amigos, teria planejado se vingar do homem. Os amigos de Chou também foram presos.

Por conta de uma mensagem no Facebook, rapaz foi espancado até a morte (Foto: Reprodução)


Segundo informações do jornal The China Post, o crime ocorreu após a esposa de Chou publicar no Facebook uma mensagem dizendo que queria a companhia de “um homem legal” para levá-la a uma lanchonete. Chuang, então, respondeu: “Estou chegando em sua casa”. Foi o bastante para despertar o ciúme do marido que, enfurecido, entrou em contato com os amigos, que seguiram a mulher e surpreenderam os dois na porta de um restaurante. O mais inusitado porém, é que o próprio Chou entrou em contato com as autoridades para dizer que havia visto um rapaz sangrando no chão, próximo à casa do casal. Chuang foi espancado com tacos de baseball.

A ideia de Chou era se eximir de qualquer culpa, mostrando que ele só estava passando pelo local e teria visto o que aconteceu. No entanto, o plano não funcionou, e Chuang Shih-chang foi encontrado morto pelas autoridades. A polícia prendeu o trio, que admitiram o crime após a esposa de Chou, que não quis se identificar, confirmar que seu marido foi o responsável pela agressão.

Via Daily Mail

domingo, 13 de maio de 2012

Filme sobre Bob Marley terá estreia simultânea em rede social dos EUA

O novo filme sobre a vida do ícone do reggae Bob Marley, que estreia nos cinemas dia 20 de abril nos EUA, terá transmissão em streaming pela fan page oficial do documentário no Facebook, a partir da mesma data. A ação, que irá ocorrer pela primeira vez com um grande lançamento no país, não estará disponível para o Brasil.

O documentário será o primeiro filme dos EUA a ser lançado simultaneamente no Facebook e nos cinemas (Foto: Divulgação)

“Marley" será o primeiro longa feito com autorização e apoio da família do cantor. O documentário vai apresentar um vasto acervo de imagens raras e entrevistas, além de abordar os principais momentos da sua carreira, desde o início até o sucesso mundial que se mantém até os dias de hoje.

A ideia da utilização da rede tem o objetivo de criar interação entre os usuários enquanto estiverem assistindo ao documentário. Através da tecnologia de cinema social da empresa Milyoni será possível iniciar conversas entre amigos, compartilhar clipes, criar enquetes, e outras atividades.

Dirigido pelo vencedor do Oscar, Kevin Macdonald (“O último rei da Escócia”), parte da renda arrecadada com a distribuição online será doada para a Save the Children, uma instituição que cuida de crianças carentes. “Marley” poderá ser comprado on demand por US$ 6,99, aproximadamente R$ 13, nos países em que há disponibilidade, utilizando cartões de créditos ou Paypal.

Via Music News Nashville e NBC Miami

sábado, 12 de maio de 2012

Finalmente: telas widescreen agora são as mais populares no acesso à web

Pesquisa da StatCounter, lançada em março de 2012, indicou que pela primeira vez os monitores com formato Widescreen são os mais usados para navegar na web.
Cansado de ver sites e aplicativos que tratam o seu monitor como se ele fosse da década passada e não aproveitam integralmente o formato da sua tela? Prepare-se, pois as estatísticas indicam que isso pode estar começando a mudar.

Monitores widescreen (Foto: Eduardo Moreira/TechTudo)

Quando eu comecei a desenvolver conteúdo web, na primeira metade da década de 1990, os pesados monitores com tubo de imagem, 14 polegadas e número limitado de cores de exibição ainda eram a tecnologia corrente, e a boa prática mandava projetar sites (e aplicativos também!) considerando que eles deveriam ser exibidos completamente em uma tela de 800×600 pixels de resolução, na época a definição mais comum, a ponto de ser usada como base para o projeto do desktop do Windows XP, lançado em 2001.
Ao longo daquela década houve o salto para os monitores de tubo de imagem mas com tela plana, cuja resolução característica era 1024×768 (com algumas exceções pouco maiores), e na virada para o ano 2000 esta nova resolução tornou-se o padrão de fato para os desenvolvedores de conteúdo e de aplicativos, e os sites feitos para monitores de 800×600 passaram a parecer estranhos, como se estivessem sobrando bordas enormes em suas laterais.

Na mesma época começou a transição para os monitores LCD, que logo adotaram resoluções maiores e orientadas em widescreen, ou seja, um retângulo mais alongado, com a largura proporcionalmente maior em relação à altura, adotando uma prática oriunda do cinema e logo incorporada também aos jogos eletrônicos.

Mas a resolução de 1024×768 continuava a ser a mais popular, e assim os desenvolvedores precisaram desenvolver esquemas de layouts fluidos (que se expandem para preencher o espaço lateral disponível) ou mesmo oferecer modos alternativos de visualização (como ocorre no videogame Wii, em que o uso de telas widescreen é uma opção das configurações) para não se expor a deixar uma parte do seu conteúdo de fora das telas majoritárias, e nem a deixar de aproveitar uma parte importante da área visível nos monitores mais modernos.

Um dia a maré muda

Assim como o padrão 800×600 um dia sucedeu o 640×480, depois foi substituído pelo atual predomínio histórico do 1024×768, sempre se soube que um dia a hegemonia da resolução surgida na época dos hoje raros monitores de tubo de imagem e tela plana seria substituída por alguma resolução típica de notebooks e monitores LCD.

E segundo a pesquisa StatCounter de março, esse dia chegou: pela primeira vez a resolução widescreen de 1366×768 está presente no computador de mais usuários da web do que a de 1024×768.
StatCounter entre os meses de 2009 e 2012 (Foto: Reprodução)


No gráfico acima pode-se perceber que trata-se do coroamento de uma tendência, pois a linha laranja correspondente ao modo 1366×768 está em ascensão constante desde 2009, e a linha verde da resolução 1024×768 decresce de maneira proporcional.

A pesquisa StatCounter coleta parâmetros de navegação de mais de 15 bilhões de acessos mensais a um conjunto de 3 milhões de websites de vários países, constituindo-se assim em um recurso valioso para identificar tendências na web, como a que hoje percebemos.

Na prática, o que muda?

Vale mencionar que a pesquisa StatCounter permite consulta também por país, e nela podemos identificar no Brasil exatamente a mesma tendência, embora a resolução de 1024×768 ainda lidere por uma pequena folga de 4 pontos percentuais.

Tipos de resoluções de tela (Foto: Reprodução)


O diagrama de retângulos acima mostra as proporções entre as 3 resoluções. Note como a área verde, que representa 1024×768, expandiu a área amarela (800×600) em ambas as dimensões, e como o atual modelo predominante (1366×768) acrescenta, na área azul, considerável largura útil nas telas.

Isso significa que os desenvolvedores devem riscar imediatamente o requisito de compatibilidade com a resolução de 1024×768? Certamente não, pois ela continua sendo a segunda mais popular e ainda deve continuar assim por um bom tempo, além de sabermos que muitas técnicas que se adequam bem a diferentes resoluções estão em uso crescente.

O significado mais direto deste marco na evolução da plataforma é que de agora em diante poderemos aguardar a tendência de o suporte a resoluções widescreen dos nossos notebooks e monitores mais recentes se tornar o primário, com maiores esforços de design dedicados a elas e um começo da repaginação de conteúdos que, para garantir a satisfação da fatia maior dos usuários, fixavam-se no formato 1024×768 e não aproveitavam tudo que as telas mais modernas têm a oferecer.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Finalmente: telas widescreen agora são as mais populares no acesso à web

Pesquisa da StatCounter, lançada em março de 2012, indicou que pela primeira vez os monitores com formato Widescreen são os mais usados para navegar na web.
Cansado de ver sites e aplicativos que tratam o seu monitor como se ele fosse da década passada e não aproveitam integralmente o formato da sua tela? Prepare-se, pois as estatísticas indicam que isso pode estar começando a mudar.

Monitores widescreen (Foto: Eduardo Moreira/TechTudo)

Quando eu comecei a desenvolver conteúdo web, na primeira metade da década de 1990, os pesados monitores com tubo de imagem, 14 polegadas e número limitado de cores de exibição ainda eram a tecnologia corrente, e a boa prática mandava projetar sites (e aplicativos também!) considerando que eles deveriam ser exibidos completamente em uma tela de 800×600 pixels de resolução, na época a definição mais comum, a ponto de ser usada como base para o projeto do desktop do Windows XP, lançado em 2001.

Ao longo daquela década houve o salto para os monitores de tubo de imagem mas com tela plana, cuja resolução característica era 1024×768 (com algumas exceções pouco maiores), e na virada para o ano 2000 esta nova resolução tornou-se o padrão de fato para os desenvolvedores de conteúdo e de aplicativos, e os sites feitos para monitores de 800×600 passaram a parecer estranhos, como se estivessem sobrando bordas enormes em suas laterais.
Na mesma época começou a transição para os monitores LCD, que logo adotaram resoluções maiores e orientadas em widescreen, ou seja, um retângulo mais alongado, com a largura proporcionalmente maior em relação à altura, adotando uma prática oriunda do cinema e logo incorporada também aos jogos eletrônicos.
Mas a resolução de 1024×768 continuava a ser a mais popular, e assim os desenvolvedores precisaram desenvolver esquemas de layouts fluidos (que se expandem para preencher o espaço lateral disponível) ou mesmo oferecer modos alternativos de visualização (como ocorre no videogame Wii, em que o uso de telas widescreen é uma opção das configurações) para não se expor a deixar uma parte do seu conteúdo de fora das telas majoritárias, e nem a deixar de aproveitar uma parte importante da área visível nos monitores mais modernos.
Um dia a maré muda

Assim como o padrão 800×600 um dia sucedeu o 640×480, depois foi substituído pelo atual predomínio histórico do 1024×768, sempre se soube que um dia a hegemonia da resolução surgida na época dos hoje raros monitores de tubo de imagem e tela plana seria substituída por alguma resolução típica de notebooks e monitores LCD.